A regra de tirar os sapatos no momento de passar pelo raio X em aeroportos dos EUA voltou ao debate após questionamentos sobre a eficácia dos scanners de segurança. A medida, que havia sido flexibilizada, pode retornar diante de preocupações com falhas na detecção de ameaças.
A regra que obriga passageiros a tirar os sapatos em aeroportos dos EUA voltou ao debate após ter sido flexibilizada em 2025. A possível mudança reacende uma discussão antiga entre agilidade no embarque e rigor na segurança.
Entenda a origem de tudo
A exigência de retirar os calçados surgiu em 2001, após uma tentativa de ataque com explosivos escondidos em um tênis. O responsável, conhecido como “Terrorista do Sapato”, tentou detonar o dispositivo durante um voo, mas foi impedido por passageiros e pela tripulação.
Desde então, tirar os sapatos antes do raio-X passou a fazer parte das regras de segurança em aeroportos dos EUA, e em outras partes do mundo, sendo aplicado por quase 25 anos como procedimento padrão.
Nos últimos anos, o TSA avaliou que a tecnologia dos novos scanners permitiria dispensar essa etapa. A proposta era tornar o processo mais rápido e confortável, sem comprometer a segurança.
O que muda no aeroporto
Mesmo com a flexibilização, a possibilidade de os passageiros voltarem a retirar os sapatos ganhou força após questionamentos sobre a eficácia dos equipamentos.
A senadora Tammy Duckworth afirmou que documentos internos indicam que alguns scanners podem não detectar objetos perigosos dentro dos calçados. Para ela, reduzir filas não deve comprometer a proteção dos passageiros, o que reacendeu o debate sobre a segurança nos aeroportos dos Estados Unidos, dividindo opiniões entre especialistas e viajantes.
O que esperar agora
A discussão mostra um impasse entre conveniência e prevenção. De um lado, o TSA defende que os sistemas atuais são suficientes para manter o controle. De outro, críticos pedem cautela até que a tecnologia seja considerada totalmente confiável.
Por enquanto, os passageiros ainda não precisam tirar os sapatos em todos os casos. No entanto, a regra segue em análise e pode voltar a ser obrigatória dependendo das decisões futuras.
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