A Lufthansa começa a transformar conexões em uma oportunidade de viagem, permitindo incluir um stopover em Munique diretamente na passagem. O modelo, que estreia em rotas específicas, deve ganhar novas cidades e hubs ao longo do tempo, ampliando as possibilidades para quem quer aproveitar melhor o trajeto.
A Lufthansa começou a oferecer oficialmente uma nova opção para quem passa por conexão: transformar a escala em uma parada de verdade. O programa de stopover da Lufthansa estreia com foco em Munique, permitindo que passageiros incluam uma estadia na cidade durante a viagem.
A novidade já está disponível para voos entre os Estados Unidos e Singapura, com planos de expansão ao longo dos próximos meses.
Como funciona o stopover
Em vez de só fazer a conexão, o passageiro pode parar a viagem e passar um tempo na cidade.
Durante a compra da passagem no site da companhia, é possível adicionar um stopover em Munique tanto na ida quanto na volta. O tempo de permanência pode variar de 24 horas até sete dias, dependendo da preferência.

Em alguns casos, pode haver um custo adicional, que varia de acordo com a combinação de voos escolhida.
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Mais do que uma conexão
A Lufthansa quer ir além do básico. Depois de emitir o bilhete, o passageiro também pode adicionar serviços complementares, como hotel, aluguel de carro e até atividades turísticas na cidade.
A ideia é transformar a conexão em uma experiência completa, algo que já é comum em muitos programas de fidelidade.
Heiko Reitz, executivo da companhia, resumiu a proposta:
“Queremos transformar uma conexão em Munique em um valor real para o cliente, permitindo incluir uma das cidades mais interessantes da Europa na viagem.”
Por que as companhias estão apostando no stopover
Programas de stopover não são novidade na aviação, mas voltaram a ganhar força nos últimos anos como forma de agregar valor sem necessariamente reduzir preços.
Para o passageiro, significa a possibilidade de visitar mais um destino sem precisar emitir um bilhete separado. Para a companhia, é uma forma de fortalecer seus hubs e incentivar o turismo local.
No caso da Lufthansa, Munique funciona como ponto de partida, mas a expectativa é que outros destinos e hubs do grupo sejam incluídos no programa de stopover em breve.
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