O Grupo Lufthansa apresentou resultados melhores no primeiro trimestre de 2026, reduzindo o prejuízo operacional mesmo em uma época do ano que costuma ter demanda mais baixa no setor aéreo europeu.
Apesar de continuar operando no vermelho no início do ano, a Lufthansa conseguiu reduzir perdas e manter crescimento de receita em um momento de forte pressão nos custos. Ao mesmo tempo, o grupo segue apostando em uma temporada de alta demanda para compensar os impactos do combustível e da instabilidade geopolítica ao longo de 2026.
Lufthansa reduz prejuízo no início de 2026
Entre janeiro e março, o EBIT ajustado da companhia ficou negativo em 612 milhões de euros, melhorando em relação aos 722 milhões de euros de pedas registradas no mesmo período de 2025.
A receita do grupo cresceu cerca de 8%, alcançando 8,7 bilhões de euros, impulsionada pela demanda ainda forte por viagens aéreas.
Alta do combustível continua pressionando
Apesar da melhora nos resultados, a Lufthansa segue enfrentando forte pressão nos custos operacionais. Segundo a companhia, a guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã contribuiu para elevar os preços do combustível de aviação, gerando cerca de 1,7 bilhão de euros em custos adicionais até agora em 2026.
A empresa também alertou para possíveis riscos ligados ao Estreito de Ormuz, importante rota global para transporte de petróleo e combustível de aviação.
Ainda assim, a Lufthansa afirmou que, neste momento, não prevê restrições de abastecimento em seus hubs.
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Grupo aposta em forte temporada de verão
Mesmo com o cenário geopolítico mais instável, a Lufthansa mantém uma visão positiva para os próximos meses.
A companhia espera uma forte demanda durante o verão europeu e confirmou sua projeção de alcançar, em 2026, um resultado operacional significativamente acima do registrado em 2025. No ano passado, o grupo teve EBIT ajustado de 1,96 bilhão de euros.
Segundo a Lufthansa, o próprio conflito no Oriente Médio acabou estimulando parte da demanda em algumas operações de passageiros e carga. O grupo destacou que continua observando procura elevada por viagens internacionais, especialmente em mercados de longa distância.
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