O passaporte brasileiro ocupa a 16ª posição entre os mais poderosos do mundo em 2026, com acesso facilitado a 169 destinos. Singapura lidera o ranking, seguida por Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos.
O passaporte brasileiro está entre os mais poderosos do mundo em 2026. De acordo com a edição de julho do Henley Passport Index, o Brasil ocupa a 16ª posição e permite viajar para 169 destinos sem a necessidade de obter um visto convencional antes do embarque.
O resultado coloca o documento brasileiro em uma posição de destaque no cenário internacional. Mais do que facilitar viagens, o ranking mostra como acordos diplomáticos, relações econômicas e integração regional podem ampliar a liberdade de circulação dos cidadãos.
Brasil ocupa a 16ª posição no ranking de passaportes
O Henley Passport Index avalia 199 passaportes e considera o acesso a 227 destinos. O levantamento utiliza informações da base Timatic, mantida pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), e é atualizado à medida que as regras de entrada mudam.
Na edição mais recente, o passaporte brasileiro aparece na 16ª colocação, com acesso facilitado a 169 países e territórios.
Isso não significa, necessariamente, que o brasileiro possa embarcar para todos esses destinos sem qualquer formalidade. O índice também considera situações em que o visitante recebe visto na chegada, autorização de entrada ou uma autorização eletrônica aprovada automaticamente.
Por esse motivo, a expressão mais precisa é “destinos sem visto prévio convencional”.
Quais são os passaportes mais poderosos do mundo em 2026?
Singapura permanece isolada na liderança do ranking. O passaporte do país asiático permite entrar em 192 destinos sem a obtenção antecipada de um visto convencional.
Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos dividem a segunda posição, com acesso a 188 destinos. A Suécia vem logo atrás, em terceiro lugar, com 187.
Confira as cinco primeiras posições do Henley Passport Index de julho de 2026:

Embora Singapura lidere, os países europeus ainda dominam boa parte das primeiras colocações. Como diversas nações possuem a mesma pontuação, 38 passaportes estão distribuídos entre as dez primeiras posições do índice.
Por que o passaporte brasileiro é poderoso?
Um dos aspectos mais interessantes do levantamento de 2026 aparece quando a força dos passaportes mais poderosos do mundo é comparada ao nível de paz de cada país.
O Brasil ocupa apenas a 124ª posição no Global Peace Index, mas está em 16º lugar no ranking de passaportes. Segundo a análise da Henley & Partners, o documento brasileiro está 56 posições acima do que seria esperado com base apenas no desempenho do país no indicador de paz.
A diferença mostra que estabilidade interna não é o único fator determinante. Relações diplomáticas, influência econômica, confiança internacional e acordos de reciprocidade também pesam na liberdade de circulação oferecida por um passaporte.
No caso brasileiro, a extensa rede de relações internacionais e a integração com os países da América do Sul ajudam a explicar o resultado. Brasileiros podem viajar para diversos países da região utilizando apenas o documento de identidade, desde que ele esteja em bom estado e permita a identificação do viajante.
A posição brasileira também demonstra que a força de um passaporte não depende exclusivamente da riqueza ou do nível de desenvolvimento do país que o emite.
Emirados Árabes Unidos apresentam o maior avanço
Os Emirados Árabes Unidos são o grande destaque da edição comemorativa de 20 anos do índice dos passaportes mais poderosos do mundo.
O país subiu da 62ª posição, em 2006, para o segundo lugar em 2026. Ao longo desse período, o passaporte dos Emirados ganhou acesso facilitado a 153 destinos, o maior avanço já registrado pelo levantamento.
Segundo a Henley & Partners, o desempenho está relacionado à expansão das relações diplomáticas e à negociação contínua de acordos de isenção de vistos.
O que a posição do Brasil representa para os viajantes?
Para os brasileiros, ocupar a 16ª colocação entre os passaportes mais poderosos do mundo significa ter acesso relativamente simples a grande parte da América do Sul, da Europa e a diferentes destinos da Ásia, África e Oceania.
Ainda assim, não exigir visto convencional não significa entrada automática. Autoridades migratórias podem solicitar passagem de retorno, comprovante de hospedagem, recursos financeiros, seguro-viagem ou autorizações eletrônicas.
As exigências também podem mudar rapidamente. Antes de viajar, é fundamental consultar as regras oficiais do destino e verificar se há necessidade de cadastro ou autorização prévia, mesmo quando o país aparece como acessível sem visto no ranking.
Para Saber Mais
Para ler outras notícias que publicamos recentemente, clique aqui.
Que tal nos acompanhar no Instagram para não perder nossas lives e também nos seguir em nosso canal no Telegram?
O Pontos pra Voar pode eventualmente receber comissões em compras realizadas através de alguns dos links e banners dispostos em nosso site, sem que isso tenha qualquer impacto no preço final do produto ou serviço por você adquirido.
Quando publicamos artigos patrocinados, estes são claramente identificados ao longo do texto. Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.
Não usamos inteligência artificial na geração de conteúdo do Pontos pra Voar. Os conteúdos são autorais e produzidos pelos nossos editores.




