Passageiros brasileiros ganham novas opções de rota para a China com a ampliação do acordo entre a LATAM Brasil e a China Eastern, que agora inclui conexões via Milão e Roma e aumenta as possibilidades de combinação de voos entre os dois países.
A LATAM Airlines Brasil e a China Eastern anunciaram uma expansão do acordo de codeshare que iniciaram em março. A parceria agora passa a incluir conexões via Milão e Roma, criando novas combinações entre Brasil, Europa e China sem a necessidade de voos próprios em todos os trechos.
Expansão do codeshare
A ampliação do acordo adiciona uma camada importante de conectividade. Passageiros da China Eastern que chegam à Europa podem seguir até São Paulo/Guarulhos em voos operados pela LATAM. No sentido inverso, clientes que partem do Brasil ganham acesso a destinos como Xangai, Xianyang e Wenzhou via conexões na Itália.
Não se trata apenas de “mais rotas”. O que muda é o desenho das opções. Até então, a ligação entre Brasil e China dentro desse acordo passava essencialmente por Londres. Agora, entram alternativas pelo sul da Europa, o que, dependendo da origem e do destino final, pode significar trajetos mais curtos ou melhores horários.
O papel de Milão e Roma
Os aeroportos de Milão (MXP) e Roma (FCO) são terminais com forte presença de voos intercontinentais e, ao mesmo tempo, menos congestionados do que Heathrow.
Isso tende a melhorar a experiência de conexão, especialmente em itinerários longos. Para quem voa do Brasil à Ásia, cada detalhe conta: tempo de conexão, facilidade de trânsito e previsibilidade operacional fazem diferença na experiência de viagem.
Além disso, a Itália funciona como um ponto intermediário mais “neutro” dentro das malhas das duas empresas. A LATAM já tem presença consolidada na Europa, enquanto a China Eastern amplia sua distribuição sem depender exclusivamente de hubs tradicionais como Londres ou Paris.
O acordo começou por Londres
Quando foi anunciado, no fim de março, o codeshare tinha um desenho mais limitado. O eixo principal era a ligação via Londres Heathrow.
A LATAM opera um voo diário entre São Paulo/Guarulhos e Heathrow, com saída noturna do Brasil. Já a China Eastern mantém frequência diária entre Londres e Xangai, utilizando Boeing 777-300 em ambos os trechos.
Essa combinação criou uma ponte inicial entre os dois mercados, mas ainda restrita a um único ponto de conexão. A inclusão de Milão e Roma amplia esse leque e reduz a dependência de um único hub europeu.
Acordo de codeshare
O codeshare permite que tanto LATAM quanto China Eastern vendam, sob seus próprios códigos, voos operados pela parceira. Para o cliente, isso aparece como um único bilhete, com conexões protegidas e, em muitos casos, melhor integração de bagagem e assistência.
Com mais opções de conexão, aumentam as chances de encontrar melhores combinações de horários, tarifas e disponibilidade.
Outro ponto importante é a previsibilidade. Quanto mais rotas e combinações dentro de um mesmo acordo, menor a necessidade de montar itinerários “quebrados”, com bilhetes separados, o que é bastante comum em viagens complexas entre América do Sul e Ásia.
A tendência é que a parceria continue sendo expandida ao longo dos próximos meses, com inclusão de novos destinos dentro das malhas das duas companhias.
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