A Azul Linhas Aéreas também passou a atualizar suas regras para transporte de power banks e baterias de lítio a bordo, acompanhando as normas vigentes da aviação civil.
As novas orientações seguem as recomendações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e passam a valer para passageiros que viajam com carregadores portáteis e baterias extras.
Power banks continuam permitidos na cabine
Segundo a Azul, os power banks devem ser transportados exclusivamente na bagagem de mão e nunca podem ser despachados no porão da aeronave.
A companhia também limitou o transporte a até duas unidades por passageiro.
As regras de capacidade ficaram definidas da seguinte forma:
| Capacidade | Regra |
|---|---|
| Até 100 Wh | Transporte permitido |
| Entre 100 Wh e 160 Wh | Necessária autorização prévia da Azul |
| Acima de 160 Wh | Transporte proibido |
Além disso, os dispositivos devem estar protegidos contra curto-circuito, preferencialmente na embalagem original ou com os terminais isolados.
Azul adotou regras menos rígidas que concorrentes
Diferentemente de LATAM Airlines e GOL Linhas Aéreas, a Azul não proibiu formalmente o uso de power banks durante o voo, apesar de desencorajar.
A companhia apenas informou que os dispositivos não podem ser recarregados utilizando as tomadas da aeronave e recomendou que os passageiros evitem utilizá-los a bordo.
Na prática, isso significa que a Azul optou por seguir integralmente as orientações atuais da Anac, sem adotar restrições adicionais mais rígidas como fizeram as concorrentes.
A LATAM Airlines, por exemplo, foi além das recomendações básicas e passou a exigir que power banks permaneçam sempre acessíveis durante o voo, acomodados sob o assento da frente ou no bolsão da poltrona. A companhia não permite o armazenamento desses dispositivos nos compartimentos superiores da cabine.
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Companhias aéreas vêm endurecendo regras sobre baterias de lítio
Nos últimos meses, diversas companhias aéreas ao redor do mundo passaram a revisar políticas envolvendo baterias de lítio e carregadores portáteis.
O tema ganhou ainda mais atenção após registros de superaquecimento e princípio de incêndio envolvendo power banks dentro de aeronaves.
Por isso, cresce a preocupação das empresas em manter esses dispositivos sempre acessíveis na cabine, evitando armazenamento no porão e reduzindo riscos durante o voo.
Anac atualiza regras e aumenta restrição para transporte de power banks
Recentemente, a Anac atualizou as instruções que regulam o transporte de carregadores portáteis, os power banks, em voos comerciais. O objetivo principal é aumentar a segurança das operações aéreas e reduzir a probabilidade de incidentes envolvendo baterias de lítio.
As normas atualizadas consolidam exigências que já existiam e estabelecem limites mais objetivos. Por isso, quem viaja precisa entender melhor as regras da Anac para power banks em avião, especialmente em relação à capacidade do equipamento e ao uso durante o voo.
Agora, passam a valer as seguintes determinações:
- Transporte exclusivo na bagagem de mão: power banks não podem ser transportados na bagagem despachada;
- Limite de quantidade: cada passageiro pode levar, no máximo, dois dispositivos;
- Capacidade permitida: até 100 Wh: transporte permitido sem restrições adicionais; entre 100 Wh e 160 Wh: exige autorização prévia da companhia aérea; acima de 160 Wh: transporte proibido, devendo o equipamento ser descartado antes do embarque;
- Uso a bordo: é proibido recarregar power banks durante o voo;
- Carregamento de outros dispositivos: o uso do power bank para carregar eletrônicos não é recomendado como medida preventiva;
- Proteção contra curto-circuito: os terminais devem estar isolados ou mantidos na embalagem original.
Ainda assim, a regra da Anac considerada mais crítica continua sendo o transporte de power banks na bagagem de mão, pois isso permite uma resposta rápida da tripulação em caso de falha ou superaquecimento.
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