LaGuardia, um dos aeroportos mais movimentados de Nova York, acaba de ganhar um totem da Uber que dispensa telefone celular. A novidade está no Terminal C e mira passageiros que desembarcam sem roaming ativo, bateria fraca ou simplesmente preferem resolver o transporte sem baixar aplicativo.
O equipamento funciona como um autoatendimento clássico. Você digita o endereço de destino, seleciona o tipo de veículo e recebe um comprovante impresso com preço fixo e ponto exato de embarque. Tudo sem precisar criar conta ou fazer login.
Por que Nova York virou laboratório
A escolha de LaGuardia não foi casual. O aeroporto concentra voos domésticos e conexões internacionais, com fluxo intenso para Manhattan e Queens. Além disso, o Terminal C passa por obras de modernização e já atraía críticas pela confusão na área de desembarque.
A Uber divulgou o lançamento dentro de um pacote de soluções para as festas de fim de ano. Segundo comunicado oficial da empresa, o objetivo é melhorar a experiência do passageiro no momento da saída do terminal.
Como funciona na prática
O processo leva menos de dois minutos. Você se aproxima da tela touchscreen, informa o destino, endereço completo ou nome do hotel, e visualiza as opções de carro disponíveis. O sistema calcula o valor final antecipadamente, igual ao app.
Depois de confirmar, o totem imprime um recibo com código QR, número da corrida e instruções de onde encontrar o motorista. Não há necessidade de internet móvel ou cadastro prévio. O motorista recebe a solicitação pelo aplicativo dele e segue para o ponto de embarque indicado.
Expansão prevista para 2026
AUber planeja instalar mais quiosques em 2026 e a lista de localidades inclui outros aeroportos internacionais, hotéis de grande porte e terminais portuários nos Estados Unidos.
O formato “phone-free” pode atrair viajantes de idade avançada ou aqueles que resistem a aplicativos. Além disso, o conceito ajuda turistas que chegam pela primeira vez ao país e ainda não compraram chip local.
O que o quiosque não faz
Apesar da praticidade, o totem tem limitações. Ele não permite dividir corrida com outros passageiros pelo app, aplicar cupons promocionais ou acessar histórico de viagens. Também não substitui funções como chat com motorista ou mudança de rota em tempo real.
No entanto, a Uber enxerga o equipamento como rede de segurança. Em situações de emergência, celular roubado, bateria esgotada, falta de sinal, o quiosque garante transporte imediato.
Tendência que pode crescer
O modelo pode virar padrão em aeroportos de alto tráfego. A experiência de LaGuardia servirá como termômetro para medir aceitação e eficiência operacional.
Já se especula também sobre possível chegada da tecnologia ao Brasil. Por enquanto, a Uber concentra esforços nos Estados Unidos, onde grandes eventos esportivos e culturais movimentarão aeroportos em 2026.
A iniciativa revela uma aposta simples: nem todo passageiro quer ou pode resolver tudo pelo celular. Às vezes, um totem físico com recibo de papel resolve mais rápido que qualquer app.
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