Cientistas afirmam que pico das atividades solares deve resultar em auroras boreais com mais frequência e intensidade. Para conferir o fenômeno, procure agências e guias especializados.
Se você já sonhou em ver o céu colorido da aurora boreal, aproveite 2026! Cientistas dizem que o ano que vem vai ser marcado por uma série de explosões solares, com maior intensidade e frequência.
O Sol tem um ciclo de atividade crescente e decrescente que dura 11 anos – e é identificado como ciclo solar. Estamos no Ciclo Solar 25, que tem seu pico de 2024 a 2026.
No pico, há mais erupções solares e partículas carregadas, que colidem com a atmosfera da Terra, e criam auroras boreais mais intensas. Na prática, isso significa que destinos já tradicionais para observar a aurora boreal – como Noruega, Finlândia, Islândia, Suécia, Canadá e Alasca – devem registrar temporadas excepcionais.
“A atividade solar controla a atividade da aurora boreal. O Sol emite constantemente partículas carregadas. Às vezes, ocorrem tempestades solares que emitem ainda mais dessas partículas”, explicou Pål Brekke, chefe de pesquisa espacial da Agência Espacial Norueguesa, à Visit Norway, serviço de turismo do governo da Noruega.
Em novembro deste ano, moradores de países mais ao sul da Europa testemunharam aumento na atividade solar: foi possível ver a aurora boreal em países como França, Suíça, Itália e até Portugal.
Depois do pico solar, a atividade do Sol costuma reduzir e as auroras se tornam mais fracas e frequentes. Anote: o próximo pico só deve acontecer na década de 2030.
Prepare Sua Viagem
Um dos grandes desafios para quem planeja uma viagem para ver a aurora boreal é a incerteza. Mesmo nos melhores destinos, o fenômeno depende de fatores como clima, nebulosidade e atividade solar. Em anos de pico do ciclo solar, no entanto, as probabilidades aumentam consideravelmente.
Hotéis dos países nórdicos, do Alasca (nos Estados Unidos) e no Canadá já confirmaram alta na procura devido ao pico das atividades solares.
Na Europa, a melhor época para ver a aurora boreal é de setembro a março. Nesse período, as noites são mais longas e escuras – e frias.
A recomendação é que você procure por agências e guias especializados, que sabem identificar as ocorrências de céu limpo e forte atividade solar. Dessa maneira, a busca pelas auroras boreais é mais segura.
Especialistas sugerem ficar no destino pelo menos de cinco a sete dias, aumentando as chances de pegar noites limpas e com boa atividade solar.
Vale lembrar que regiões onde é possível ver a aurora boreal têm infraestrutura limitada, especialmente em regiões mais remotas, onde a observação é melhor por causa da baixa poluição luminosa. Se possível, planeje a viagem com antecedência!
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