Após ter se tornando Patrimônio Mundial pela Unesco e vivido dias de glória, sendo até mesmo considerado o segundo destino mais bonito do mundo, os Lençóis Maranhenses podem ter visitação limitada.
O parque registrou forte aumento no fluxo turístico após o reconhecimento internacional em 2024. Em 2025, o número de visitantes chegou a 650 mil, crescimento de cerca de 400% em relação ao período pré-pandemia.
O desafio da superlotação
Com os Lençóis Maranhenses tendo sua visitação limitada, parte disso é um reflexo do crescimento acelerado do turismo. O aumento no número de visitantes acendeu o alerta no ICMBio, já que o excesso de pessoas causa degradação do solo, afeta a fauna local e compromete a qualidade da experiência turística.
Ainda no tocante às consequências do crescimento do número de turistas em um determinado local, muitos destinos têm adotado medidas para mitigar o problema, sendo a mais comum, e amplamente veiculada na mídia, a criação de taxas turísticas.
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Estratégia de controle para evitar danos
Para reduzir esses impactos, a gestão ambiental criou o projeto Número Balizador da Visitação (NBV), que vai definir o limite máximo de visitantes que o parque pode receber sem causar danos ao meio ambiente. A iniciativa envolve o governo federal, o Sebrae e instituições acadêmicas como a UFMA e o IFMA.
Impactos do turismo nas cidades do entorno
A gestão do fluxo turístico afeta diretamente Barreirinhas, Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz. Em Santo Amaro, por exemplo, a prefeitura criou uma taxa de visitação de R$ 10, medida que ainda gera debates jurídicos. E aqui, reiterando, entra o que foi supracitado acerca de medida a fim de tentar conter esse problema.
Por fim, é necessário que a gestão atue para que todo o sucesso que os Lençóis Maranhenses vêm conquistando não se transforme em um tiro no pé. Localizado em uma área de transição entre a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga, o parque exige uma gestão integrada, capaz de garantir a preservação ambiental sem comprometer os benefícios do turismo.
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