O ICMBio suspendeu temporariamente o desembarque de passageiros de grandes embarcações, como escunas e catamarãs, nas Prainhas do Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo. A medida foi motivada por irregularidades recorrentes, como excesso de botes, falhas de segurança e colisões registradas em vistorias. O acesso ao local ainda é permitido via trilhas, carros ou barco-táxis de pequeno porte, que seguem operando normalmente.
Conhecida pelas areias branquinhas e o mar azul turquesa, as praias de Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, sempre recebem milhares de turistas todo o verão. No entanto, o ICMBio, por meio de um ofício circular emitido pelo órgão, Ministério do Turismo e Marinha, proibiram o embarque e desembarque de turistas na região.
A nova medida impacta embarcações de grande porte, escunas e catamarãs com capacidade para até 80 pessoas, que costumam utilizar botes para levar os visitantes até a areia com uma série de irregularidades que se tornaram recorrentes durante as vistorias realizadas pelo órgão em janeiro.
Sem previsão de retorno
Segundo as autoridades, dentre as irregularidades observadas estavam o excesso de botes operando simultaneamente, acima do limite permitido de cinco unidades, falha na organização da atividade e na atuação das entidades responsáveis e ausência ou mau uso dos equipamentos de segurança.
Além disso, também foram constatados desrespeito ao número máximo de visitantes (400) e aos limites de permanência no local – que são de 30 minutos -, sinalização náutica insuficiente e o registro de colisões e situações de riscos envolvendo as embarcações e turistas.
Por isso, não há previsão de retomada das atividades em Pontal do Atalaia. O ICMBio apenas informa que o desembarque voltará a ser autorizado após fazerem os ajustes necessários de controle de acesso e sinalização náutica, além de uma nova vistoria junto ao instituto para validação das normas estabelecidas.
Nem tudo está proibido
Apesar da medida, nem tudo está proíbido e é possível acessar Pontal do Atalaia de três outras maneiras: uma trilha a pé que dura cerca de 1h, de carro pelo mesmo trajeto, porém com estrada de terra carregada de veículos e sem opção de estacionamento, e barco-táxis, que são embarcações de menor porte que acomodam até 24 pessoas indo até a Raia 1.
Os barco-táxis não foram proibidos pois, segundo o ICMBio, a modalidade tem funcionado adequadamente conforme os padrões estabelecidos. Em nota, a Prefeitura de Arraial do Cabo diz que não possui competência legal para autorizar, proibir ou liberar atividades na Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo, onde o responsável é o instituto e onde ficam as praias de Pontal do Atalaia.
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