Fernando de Noronha atualizou seus custos para 2026 com um reajuste de 4,4% na Taxa de Preservação Ambiental (TPA), agora fixada em R$ 105,79 por dia. Além disso, o ingresso para o Parque Nacional Marinho também sofreu aumento, custando R$ 192 para brasileiros e R$ 384 para estrangeiros.
Visitar Fernando de Noronha, em Pernambuco, ainda é o sonho de muitos brasileiros. Mas esse paraíso natural exige cuidados no planejamento, principalmente no financeiro. A Administração do arquipélago anunciou o reajuste anual para 2026, em 4,4%, saltando de R$ 101,33 para R$ 105,79 por dia.
O novo valor já está em vigor desde o dia 1° de janeiro, e é cobrado de todos os turistas – pessoas não residentes e domiciliadas – que estejam de passagem no Arquipélago de Fernando de Noronha. A taxa é cobrada individualmente já antes do embarque, por meio de cartão de crédito, boleto bancário ou no site oficial do distrito ou no momento do embarque para o continente, relativamente ao período excedente.
Parque também ficou mais caro
Desde o dia 1° de novembro de 2025, o Parque Nacional Marinho também teve o preço reajustado em 2,9%. Assim, quem quiser aproveitar as principais trilhas, mirantes e praias controladas vai ter que desembolsar um valor de R$ 384 (antes era R$ 373) para estrangeiros. Brasileiros tem 50% de desconto, pagando “apenas” R$ 192.
O ingresso tem validade de 10 dias e pode ser adquirido no site do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Ambas as taxas são respaldadas por lei, com aumento anual.
Viajar para Fernando de Noronha ficou mais caro?
Na prática, com as mudanças e aumento no custo da taxa de preservação ambiental e nos ingressos para o parque, isso significa que o brasileiro que deseja conhecer Fernando de Noronha precisa ter um bom planejamento financeiro.
Para qualquer visitante que estiver pela ilha durante 7 dias, ocusto aproximado da TPA fica em R$ 672,85 + R$ 192 do ingresso. Ou seja, somente em cobranças vinculadas à preservação ambiental, os custos chegam a R$ 860, sem contar passagens aéreas, hospedagem, alimentação, passeios, etc.
Custos sempre geram preocupação para os visitantes, mas é importante considerar que o arquipélago é um patrimônio natural com ambientes marinhos sensíveis e recebe um fluxo de turistas intenso durante todo o ano.
As taxas são utilizadas, segundo as autoridades locais, para financiar serviços de limpeza, saneamento e manejo de resíduos; manter e sinalizar trilhas, mirantes e estruturas de visitação; apoiar ações de fiscalização e conservação ambiental; e reduzir o risco de superlotação e degradação das áreas mais frágeis.
Por isso, é extremamente importante simular os custos da viagem antes de ir pagando passagens por aí.
Para saber mais
Para conferir outros destinos que publicamos no Pontos pra Voar, clique aqui.
Que tal nos acompanhar no Instagram para não perder nossas lives e também nos seguir em nosso canal no Telegram?
O Pontos pra Voar pode eventualmente receber comissões em compras realizadas através de alguns dos links e banners dispostos em nosso site, sem que isso tenha qualquer impacto no preço final do produto ou serviço por você adquirido.
Quando publicamos artigos patrocinados, estes são claramente identificados ao longo do texto. Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.
Não usamos inteligência artificial na geração de conteúdo do Pontos pra Voar. Os conteúdos são autorais e produzidos pelos nossos editores.





