Para os fãs de Dragon Ball, a notícia de que seria construído, na Arábia Saudita, o primeiro parque do mundo dedicado à franquia, com certeza foi recebida de braços abertos. Porém, existe um pequeno problema que tem intrigado o público. O anúncio foi feito em março de 2024 e, até então, nenhuma grande novidade foi trazida à tona.
O projeto do parque em Qiddiya City, com seu Shenlong de 70 metros e sete áreas temáticas, gerou debates intensos sobre o futuro do legado de Akira Toriyama, criador da obra. Além disso, a polêmica não está apenas na inauguração, mas também na localização do parque, que, na Arábia Saudita, dificulta a visita de crianças e fãs japoneses.
Por que a localização do parque do Dragon Ball é um problema
Como mencionado acima, estando na Arábia Saudita, o acesso ao público japonês, que em teoria é o público-alvo, torna-se mais difícil. Principalmente para famílias com menos condições financeiras. Porém, o problema vai para além disso
Um dos principais argumentos é de que a obra deveria ter sua sede principal em solo nipônico, justamente por se tratar de uma obra japonesa. E é justamente aqui que reside a grande polêmica: Dragon Ball deve ser considerado patrimônio mundial ou exclusivamente japonês? Com a construção do parque do Dragon Ball na Arábia Saudita é possível termos uma possível resposta.
Mas, afinal, quando vai ser inaugurado
Antes de mais nada, é interessante salientar que o parque faz parte de um dos projetos centrais da Visão 2030 (Saudi Vision 2030) da Arábia Saudita, lançada em 2016, com o objetivo de reduzir a dependência do petróleo, criar um centro global de entretenimento e, acima de tudo, servir como um polo cultural, esportivo e de lazer para o mundo.
No tocante à estreia do parque, ainda não há uma data definida, apenas suposições. A previsão é que o público possa visitá-lo a partir de 2027 ou mais para frente. Por fim, o espaço terá cerca de 500 mil metros quadrados e contará com mais de 30 atrações inspiradas em locais icônicos da série.
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