A Disney prepara um ano histórico de investimentos em parques temáticos e resorts para 2026. A companhia planeja injetar mais de US$ 7 bilhões na divisão Disney Experiences, representando um aumento de cerca de US$ 1 bilhão em relação a 2025.
Em 2025, a área de parques, resorts e cruzeiros recebeu aproximadamente US$ 6,4 bilhões em investimentos, elevando o capex consolidado da empresa para cerca de US$ 8 bilhões no ano fiscal. Para 2026, o orçamento corporativo aponta US$ 9 bilhões no total, com a Disney afirmando que o aumento virá “principalmente” de parques temáticos, resorts e novas atrações.
Além disso, a companhia prevê despesas significativas de pré-abertura em parques domésticos, especialmente nos Estados Unidos. Esse tipo de custo costuma antecipar inaugurações de áreas temáticas e grandes atrações em destinos como Orlando e Califórnia. Para o visitante, isso significa um calendário repleto de novidades ao longo do ano, com impacto direto na capacidade e na distribuição de público pelos complexos.
A estratégia de curto prazo se alinha ao plano decenal anunciado em 2023. O CEO da Disney, Bob Iger, revelou então investimentos de US$ 60 bilhões em dez anos para a área de Disney Experiences, sendo que cerca de 50% desse montante deve ir para parques e resorts, com US$ 17 bilhões destinados exclusivamente ao Walt Disney World, na Flórida.
O movimento também tem dimensão geográfica. Em 2025, a Disney anunciou um novo complexo temático em Abu Dhabi, em parceria com a desenvolvedora local Miral. Trata-se do primeiro resort da marca no Oriente Médio, ampliando sua presença global. Embora o investimento direto fique concentrado na parceira, o projeto integra o pipeline de crescimento da companhia ao longo da década.
“Este resort representa uma nova fronteira no desenvolvimento de parques temáticos. Sua localização única à beira-mar nos permitirá contar nossas histórias de formas completamente novas”. destacou Josh D’Amaro, presidente da Disney Experiences
A divisão de parques e experiências registrou cerca de US$ 10 bilhões em lucro operacional em 2025, consolidando-se como o segmento mais rentável do grupo. Quando o capex em parques aumenta, a empresa captura ticket médio mais alto, maior gasto em produtos licenciados e melhor ocupação hoteleira. Esse ciclo de retorno justifica novos projetos e sustenta o crescimento contínuo.
No entanto, a estratégia não abandona completamente os cruzeiros. A frota da Disney Cruise Line segue operacional, mas o foco se desloca para experiências de parque, que entregam retorno mais rápido e consistente.
Mais investimentos significa mais atrações nos parques da Disney, áreas imersivas e expansão de capacidade em Orlando, Califórnia e complexos internacionais. No médio prazo, isso tende a diluir filas e ampliar opções de roteiro. Ao mesmo tempo, o aumento de capacidade deve melhorar a experiência geral, especialmente em períodos de alta demanda.
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