O Brasil e o Panamá estreitaram os laços ao assinarem o Plano de Ação para a Implementação do Acordo de Cooperação Turística entre os dois países.
A assinatura aconteceu no final de janeiro, na Cidade do Panamá, durante a realização do Fórum Econômico Internacional da América Latina, contando com a presença do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente panamenho José Raúl Mulino Quintero. O acordo marca uma nova etapa da parceria entre o Ministério do Turismo do Brasil e a Autoridade de Turismo do Panamá.
Acordo entre Brasil e Panamá
Ambos países possuem como expectativa principal promover ações para ampliar o fluxo turístico bilateral e também a troca de boas práticas em áreas como inovação, sustentabilide, acessibilidade, governança e uso de dados e estatísticas do setor. O plano prevê que todas as iniciativas estejam alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Movimentação turística
Ao todo em 2025, 16.492 turistas vindos do Panamá chegaram ao Brasil, número que ajuda a embasar a relevância e o potencial de crescimento de cooperação entre os dois países. Em comunicado conjunto, os dois presidentes destacaram a intenção de ampliarem a cooperação turística com o novo movimento.
O novo acordo prevê o compartilhamento de informações, dados e experiências em segmentos prioritários, como inovação e transformação digital, turismo de sol e praia, turismo de natureza, turismo cultural, náutico e de cruzeiros, além de gastronomia, aventura, afroturismo e o desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes.
Mais voos da Copa Airlines no Brasil
A assinatura do acordo chega após um ano de 2025 com notícias significativas para a relação entre Brasil e Panamá. A primeira delas com a Copa Airlines, e seu grande hub na Cidade do Panamá, afirmando que o Brasil é o seu segundo maior mercado e almejando um crescimento no país e discutindo a possibilidade de adição de novos destinos no país. Outro aspecto positivo foi a retirada da necessidade de vacina de febre amarela para viajantes brasileiros, exceto aqueles que vierem de áreas de risco previamente mapeadas. A exigência continua vigente para 47 outros países ao redor do mundo, inclusive vizinhos do Brasil como Argentina, Bolívia, Peru, entre outros países da América do Sul.
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