A possibilidade de voos ligando o Brasil e a Índia entrou na agenda bilateral após a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Nova Délhi.
Brasil e Índia podem estabelecer voos diretos entre os dois países, segundo o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Jorge Viana. A declaração foi feita durante balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Índia, na madrugada deste domingo (22), em entrevista à CNN Brasil.
“Eu acho que muda tudo. Nós vamos ter, em breve, um voo direto de Nova Délhi para o Brasil, com provavelmente escala em Joanesburgo. Essa também é uma conquista do presidente”, afirmou Viana à CNN Brasil.
Ele acrescentou que a perspectiva inclui uma rota envolvendo Nova Délhi, Joanesburgo e São Paulo ou Rio de Janeiro.
“Eu estou convencido que Brasil e Índia vão dar um salto de qualidade na sua relação de forma extraordinária, inclusive com uma perspectiva de um voo direto Nova Délhi, Joanesburgo e São Paulo ou Rio de Janeiro”, disse Viana.
Voo direto, com escala técnica
Na aviação comercial, a expressão “voo direto” não significa necessariamente ausência de parada intermediária. Diferentemente do voo sem escalas — que liga dois pontos sem qualquer pouso — o voo direto pode incluir uma escala técnica, desde que mantenha o mesmo número de voo e a mesma operação contratual do início ao fim.
No modelo mencionado por Viana, a parada em Joanesburgo teria caráter técnico, como reabastecimento ou troca de tripulação, sem configurar uma conexão formal. Para o passageiro, o bilhete é emitido para um único voo entre origem e destino final, sem necessidade de nova compra ou mudança de número de voo.
Atualmente, não há voos diretos ou sem escalas entre Brasil e Índia. As viagens exigem conexões em hubs no Oriente Médio, Europa ou África.
Agenda bilateral
Viana integrou a comitiva de 22 autoridades que acompanharam Lula na agenda oficial na Índia, que incluiu reuniões com o primeiro-ministro Narendra Modi. A delegação deixou o país no domingo (22) com destino à Coreia do Sul.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre companhia aérea responsável, início das operações ou frequências previstas. A implementação de uma rota direta dependerá de acordos bilaterais, viabilidade comercial e definição operacional por parte das empresas do setor.
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