A administradora do Aeroporto de Belém entregou a maior modernização de seu terminal em décadas. A capacidade saltou de 7,7 milhões para cerca de 13 milhões por ano.
O anúncio ocorreu na virada de outubro para novembro, com presença de autoridades federais e estaduais. O governo reforçou o objetivo de dar conforto ao usuário e segurança às operações durante e após o evento global COP-30. Na prática, Belém passa a operar com folga na alta estação do fim de 2025.
O embarque ganhou protagonismo. A área quase triplicou e agora absorve picos com menos filas e mais fluidez. Além disso, o embarque remoto, antigo gargalo, foi ampliado em mais de 200%, ajudando a escoar movimentos simultâneos.
A obra tratou do que o passageiro percebe e do que nem sempre aparece. Houve climatização nova nos saguões, reorganização de acessos e sanitários renovados. Além disso, o aeroporto recebeu melhorias de pátio, balizamento noturno e reforços em pista e táxi. O conjunto reduz cancelamentos por restrição de infraestrutura.
Os sistemas de auxílio à navegação também evoluíram, com equipamentos como PAPI e ALS. Eles orientam aproximações mais precisas e ajudam na regularidade. Na soma, a operação ganha previsibilidade e eficiência.
O investimento estimado é de R$ 450 milhões. O aporte foi antecipado para garantir a entrega a tempo da conferência climática e consolidar um legado para além do calendário da COP. Além disso, a fase de obras gerou milhares de postos de trabalho diretos e indiretos, irrigando a economia local.
Quem está no comando da virada? Desde 2023, a Norte da Amazônia Airports, formada por Socicam e Dix Empreendimentos, administra Belém e Macapá. O contrato de 30 anos prevê um ciclo contínuo de melhorias. No papel e, agora, no terminal, a promessa começou a se materializar.
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