Viagem hoje em dia, para uma parte considerável da população, também é sinal de muitas fotos tiradas e postadas nas redes sociais. Mas atenção pois você pode ter problemas em algumas das atrações turísticas mais famosas do mundo que proíbem selfies.
Seja por manutenção das obras, por necessidade de conseguir autorização comercial ou mesmo por custo, confira abaixo as regras para fotos em grandes pontos turísticos.
Taj Mahal (Índia)
O reduto eterno de descanso de Shah Jahan e Mumtaz Mahal (sim, você finalmente entendeu o que diz a letra da música de Jorge Benjor) foi desenvolvido como um grande presente e as fotos da fachada são figurinhas carimbadas nos álbuns dos viajantes, mas você já viu alguma foto do interior?

Atrações turísticas que proíbem selfies
Pois é, não viu e a razão está ligada à cultura local que considera tirar fotos como ato desrespeitoso, sendo totalmente proibido. Até mesmo mexer no celular foi banido por atrapalhar a experiência dos outros. Os seguranças ficam de olho para garantir que essas regras sejam cumpridas.
Capela Sistina (Vaticano)
Neste caso são duas razões distintas para a proibição de fotos no local. A primeira delas é a conservação das famosas pinturas feitas por Michelangelo, que podem ser danificadas com o uso de flashes.
O segundo aspecto é financeiro. Na década de 1980 o Vaticano assinou um acordo comercial com a Nippon TV para ajudar na restauração da igreja, recebendo uma doação de US$4,2 milhões em troca dos direitos de imagens exclusivos da capela. O acordo já expirou, mas as fotografias comerciais continuam proibidas até hoje.
Como é impossível garantir se a sua foto é para uso próprio ou comercial, ninguém pode tirar foto nenhuma. E se você tentar tirar de maneira escondida os guardas possuem autorização para exigir a exclusão da mesma.
Vale dos Reis (Egito)
Em 2022 ocorreu a liberação por parte do governo local para que fotos nas ruas do país pudessem ser feitas, mas dentro das tumbas a proibição continua totalmente expressa. O motivo é a conservação das peças de artes e artefatos históricos.

Atrações turísticas que proíbem selfies | Image by G.C. para Pixabay
Se você quiser, até pode comprar a autorização para tirar foto em algumas das tumbas, mas prepare-se para abrir o bolso. Caso contrário, telefones e câmeras são terminantemente proibidas de entrarem no espaço.
Distrito da Luz Vermelha (Holanda)
Nesse caso não há uma lei que proíba tirar fotos do bairro famoso pelo seu tom liberal, mas caso aponte a lente para uma das profissionais do sexo nas janelas, os locais podem destinar toda a sua ira para você.
Torre Eiffel (França)
A torre é um dos locais mais fotografados do mundo mas uma restrição certamente irá te surpreender. Essa liberação vale apenas durante o dia, pois fotos à noite só são permitidas se forem para uso pessoal. Se você é um influenciador e monetiza as suas redes sociais, poderá ser contactado pela SETE (Sociedade de Exploração da Torre Eiffel, em francês) por não ter obtido a autorização prévia.

Atrações turísticas que proíbem selfies
O motivo para a proibição é que o show de luzes durante a noite foi criado em 1985 por Pierre Bideau e ainda não caiu em domínio público. Esta proteção segue até 2091.
Gion (Japão)
Desde 2019 está proibido tirar fotos das gueixas e maikos no bairro de Gion, de acordo com a prefeitura de Kyoto. Curiosamente o local é conhecido como bairro das gueixas e atrai grande parte dos turistas exatamente por essa razão.
La Piazzeta di Portofino (Itália)
Na pracinha de pedras próxima à Marina de Portofino, conhecida como Piazzetta, existem duas áreas definidas pela prefeitura como zonas vermelhas. Neste local, se você demorar parar tirar foto pode levar uma pesada multa de 275 euros.
O objetivo é evitar o engarrafamento de pedestres no vilarejo e também os atrasos nos grupos turísticos organizados e dos passageiros voltando aos seus navios de cruzeiro com horário marcado.
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