A Atlantica Hospitality International encerrou 2025 com receita de R$ 2,92 bilhões e projeta abrir 13 novos hotéis em 2026. O programa Let’s Atlantica, que atingiu 1 milhão de membros, passará por transformações para oferecer upgrades automáticos no check-in e futuras opções de resgates internacionais. A meta da companhia é alcançar um faturamento de R$ 5,5 bilhões até 2030, focando em diversificação e práticas robustas de ESG.
A Atlantica Hospitality International (AHI), que administra hotéis como Hilton, Radisson e Transamerica, encerrou o ano de 2025 com bons resultados financeiros e uma estratégia de crescimento agressiva para os próximos anos.
No ano passado, a administradora alcançou uma receita bruta total de R$ 2,92 bilhões, o que representa um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. Esse avanço foi impulsionado pela valorização das diárias e pela maior eficiência na ocupação dos hotéis. O desempenho da Atlantica superou os índices gerais do setor de turismo no Brasil, que cresceu 4,6% no mesmo período, mostrando a força da rede frente aos concorrentes.
Expansão até 2030
A companhia mantém perspectivas otimistas para o próximo ciclo. Ainda para 2026, a projeção é elevar o faturamento para R$ 3,26 bilhões (alta de 12%) e abrir 13 novos hotéis, adicionando cerca de 1,8 mil quartos ao seu portfólio. Além disso, a empresa foca na entrega de 9 empreendimentos residenciais com serviços, somando mais 700 unidades.
Olhando para o futuro, a meta estabelecida para 2030 é atingir a marca de R$ 5,5 bilhões em faturamento, sustentada pela diversificação de seus negócios, que hoje vão além dos hotéis tradicionais e incluem também residenciais e multipropriedade.

Eduardo Giestas apresenta os números e expectativas para 2026 | Créditos: Alessandra Sabbag
Programa de fidelidade Let’s Atlantica
Em seus três anos de lançamento, o programa de fidelidade Let’s Atlantica alcançou um milhão de clientes cadastrados, mas segundo Guilherme Martini, VP de Operações, Vendas e Marketing, novas mudanças devem vir em breve para agregar ainda mais conforto e comodidade ao hóspede.
A Atlantica está implementando um “Cockpit da Recepção”. Toda vez que um cliente chegar na recepção de seu hotel, ainda que ele não saiba quantos pontos ele possui no programa, o recepcionista terá a informação e automaticamente disponibilizará para ele um upgrade de quarto, um café da manhã servido no quarto, uma massagem ou qualquer outro benefício que agregue à sua estadia.
“Nosso desafio é tangibilizar o benefício dos pontos dentro da jornada de hospedagem do hóspede e aumentar o nosso catálogo de produtos resgatáveis para tornar o produto cada vez mais atrativo para o cliente”, conta o executivo. Uma dessas ideias está na oferta de experiências tanto por meio de parcerias quanto dentro da própria hospedagem.
“Uma das frentes que nós estamos trabalhando é buscar alternativas de internacionalizar esse programa, quer dizer, de dar opções de resgate internacionais para o nosso cliente, o que deve acontecer em breve”, afirma Martini.
ESG e Compromisso Social
A Atlantica também tem consolidado sua estratégia de ESG (Ambiental, Social e Governança) através de pilares que focam diretamente no desenvolvimento das pessoas e das comunidades onde seus hotéis operam.
O grande destaque é o Idear, que atua como o braço social da companhia. Ele é responsável por gerenciar projetos que visam a transformação social, dos negócios e o apoio a comunidades, garantindo que o crescimento da empresa esteja alinhado ao bem-estar coletivo.
A rede também promove o Programa Provera, desenhado para fomentar uma cultura de equidade, garantindo que a diversidade seja respeitada e incentivada em todos os níveis da organização. A empresa também investe fortemente na base da pirâmide educacional e profissional. Através de programas de Educação Básica, a Atlantica auxilia funcionários que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos regulares, elevando o nível de escolaridade da sua força de trabalho.
Isso é complementado pela Gestão da Força de Trabalho, uma plataforma de capacitação que oferece trilhas de treinamento contínuas e ferramentas de desempenho, permitindo que um colaborador que começa na operação possa chegar a cargos de liderança. Para garantir que essa sucessão de talentos aconteça de forma profissional, foram criadas iniciativas como a Academia de GGs (Gerentes Gerais) e o Programa Trainee de GG 2.0. Essas frentes funcionam como escolas internas de liderança, onde os profissionais recebem mentoria e treinamento técnico avançado em gestão hoteleira e hospitalidade.
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