O projeto do Aeroporto do Guarujá, instalado na Base Aérea, avança com pista pronta, cercamento operacional concluído e obras do terminal de passageiros em estágio adiantado, segundo prefeitura e Governo Federal. A gestão municipal trabalha com conclusão das intervenções físicas nos primeiros meses de 2026, o que abre caminho para a fase regulatória e para a entrada de um operador privado por concessão.
Após o fim das obras civis, o próximo passo será a homologação junto à Anac, incluindo elaboração e aprovação do Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA), etapa citada como determinante para autorizar voos comerciais no primeiro semestre de 2026. Em paralelo, o governo federal já destinou recursos adicionais para estudos, equipamentos e documentos técnicos que sustentam o processo de certificação do novo aeroporto do Guarujá.
A infraestrutura básica já entrega sinais do que vem pela frente. A nova pista tem 1.390 metros de comprimento por 45 de largura, dimensão suficiente para receber aeronaves da categoria 2B, como turboélices regionais de até cerca de 50 passageiros, a exemplo do ATR 42-600, além de jatos executivos. A prefeitura também prevê área dedicada a táxi aéreo, helicópteros e hangares para empresas, ampliando o papel do equipamento como polo de aviação geral na Baixada Santista.
No campo urbano o Aeroporto do Guarujá, o entorno passa por obras viárias específicas para conectar o terminal à malha existente, com investimentos em pavimentação, drenagem e sinalização, financiados em parte por recursos estaduais via Dadetur, com contrapartida municipal. A administração local trata o aeroporto como prioridade de desenvolvimento, citando geração de empregos diretos e indiretos durante as obras e na futura operação comercial.
Se o cronograma se confirmar, Guarujá deve se tornar o primeiro aeroporto civil com voos regulares no litoral paulista, criando uma nova porta de entrada para turistas e negócios na região, em complemento ao Porto de Santos e aos aeroportos da capital. Para o passageiro, a expectativa é de rotas regionais ligando o litoral a hubs como São Paulo, Campinas e, em uma segunda fase, outros centros do Sudeste e do Sul, com redução de tempo de deslocamento porta a porta.
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