O Japão, que registrou recorde de 31,6 milhões de turistas internacionais em 2025, estuda triplicar o imposto de saída (atualmente ¥1.000) a partir de 2026 para combater o turismo de massa . Propostas cogitam aumentar a taxa para até ¥5.000, similar a outros países pelo mundo.
O governo do Japão estuda uma nova medida a fim de conter o turismo excessivo no país: triplicar o imposto de saída para turistas já a partir de 2026. A medida busca financiar ações contra os impactos do turismo de massa.
Atualmente com a cobrança de mil ienes (o que equivale a mais ou menos 6,50 dólares na cotação atual), só em 2023 o governo japonês arrecadou o triplo de 2022, chegando a 39,9 bilhões de ienes. O valor já vem incluído nas passagens aéreas e marítimas.
Proposta de Aumento
Apesar de ainda não ter um valor fixo, algumas propostas que circulam no governo estudam aumentar o imposto para 3 ou 5 mil ienes, com valores aproximados dos que já são cobrados por países como Austrália e Egito. A decisão final deve sair ainda este ano.
Segundo as autoridades locais, as receitas adicionais são destinadas a melhorias como infraestrutura de transportes e no aprimoramento de instalações aeroportuárias. Entre as ações, estão previstas a criação de espaços para visitantes, sistemas de reserva para atrações mais populares e ampliação da área de descartes.
Vale lembrar também que o país nipônico também vai alterar o sistema de impostos sobre produtos para os turistas. A partir de novembro de 2026, o duty-free será modificado: os visitantes pagarão os impostos normalmente nas lojas e poderão solicitar o reembolso na saída, nos aeroportos.
Museus, templos e estações de esqui já aplicam tarifas mais elevadas para estrangeiros – nada diferente do que também é feito no Brasil e em diversos outros países.
Recorde de Turistas
A Terra do Sol Nascente tem recebido cada vez mais turistas e se tornou popular quando o assunto é viagem. Somente entre janeiro e setembro deste ano, o Japão registrou 31,6 milhões de visitantes internacionais – número que ultrapassa até mesmo os níveis registrados antes da pandemia.
Algumas cidades como Kyoto e atrações como o Monte Fuji, acabam sofrendo com a superlotação. O próprio governo japonês tenta, para compensar o impacto sobre os residentes locais, diminuir as taxas de passaporte, que hoje custam 15.900 ienes.
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