O governo brasileiro discute com a Copa Airlines a possibilidade de ampliar a oferta de voos entre o Brasil e o Panamá, em negociações realizadas durante missão oficial ao país da América Central.
O Brasil pode estar mais perto de receber um reforço na malha aérea internacional. Durante missão oficial ao Panamá, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, teve na agenda uma reunião bilateral com o CEO da Copa Airlines, Pedro Heilbron, para discutir a ampliação da presença da companhia no país.
O encontro aconteceu durante ao Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe 2026, evento que reuniu líderes políticos e empresariais da região. Para os viajantes brasileiros, no entanto, o ponto central está na possibilidade concreta de mais voos da Copa Airlines ligando o Brasil aos destinos atendidos pela companhia panamenha.
O saldo da missão inclui a assinatura de um Memorando de Entendimento entre Brasil e Panamá, com foco em cooperação logística, além de avanços nas tratativas relacionadas à aviação comercial. O acordo estabelece bases para aprofundar a integração em infraestrutura e transporte, incluindo o setor aéreo.
Hoje, a Copa é uma das companhias mais estratégicas para quem viaja das cidades brasileiras para a América Central, Caribe, Estados Unidos e até Canadá, graças ao hub da companhia no Aeroporto de Tocumen, na Cidade do Panamá. Um aumento de frequências, ou até a inclusão de novos destinos brasileiros, tende a significar mais opções de horários, maior oferta de assentos e, potencialmente, tarifas mais competitivas.
A parceria entre o Brasil e o Panamá no transporte aéreo é sustentada pelo Acordo de Céus Abertos da CLAC, com a movimentação de 1,27 milhão de passageiros entre os dois países nos últimos 12 meses (+9,9%), tendo a Copa Airlines como principal operadora e conexões relevantes.
Em vídeo publicado em seu Instagram diretamente do Panamá, o ministro foi direto ao ponto ao afirmar que as conversas envolvem a ampliação da aviação internacional na região para trazer mais voos da Copa Airlines para o Brasil.
“Vamos discutir a questão aérea internacional em toda a região [América Latina e Caribe] para que a gente possa potencializar mais voos para o Brasil e estreitar cada vez mais essas relações bilaterais.”
A declaração reforça que o tema aéreo está no centro das discussões.
Para quem acompanha o mercado aéreo, o encontro cria expectativas porque a Copa Airlines tem histórico de crescimento consistente na América Latina e costuma responder rapidamente a oportunidades de demanda. Caso as conversas avancem, o impacto pode ser sentido diretamente pelos passageiros brasileiros que usam o Panamá como porta de entrada para dezenas de destinos no continente.
Lembrando que, recentemente, Pedro Heilbron, mencionou que a tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai estaria na mira da companhia aérea, colocando Foz do Iguaçu como potencial destino da Copa. Outra possibilidade também seria Recife, onde a companhia já operou voos no período pré-pandemia.
Atualmente, a Copa Airlines liga sete cidades brasileiras ao seu hub na Cidade do Panamá: São Paulo (GRU), Rio de Janeiro (GIG), Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Manaus (MAO), Florianópolis (FLN) e Salvador (SSA).
Por enquanto, não há anúncio oficial de novas rotas ou frequências. Ainda assim, o fato de o tema estar sendo tratado em nível ministerial e com a alta liderança da companhia coloca o Brasil, mais uma vez, no radar de expansão da Copa Airlines, uma notícia que todo viajante gosta de escutar.
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