Em meio à escalada nos custos operacionais, especialmente com combustível, a Delta ajustou suas tarifas e elevou o valor cobrado pela bagagem despachada, reforçando o movimento recente entre as companhias aéreas dos Estados Unidos.
Seguindo os passos de JetBlue e United, a Delta Air Lines também anunciou um aumento nas tarifas de bagagem despachada. O reajuste será de US$ 10 por peça e passa a valer para bilhetes emitidos a partir de 8 de abril de 2026.
A medida se aplica a voos domésticos e a algumas rotas internacionais de curta distância, mas não afeta viagens de longo curso.
Delta aumenta peço de bagagem despachada
Com o reajuste, o preço da primeira bagagem despachada passa de US$ 35 para US$ 45, enquanto a segunda mala sobe de US$ 45 para US$ 55. Já a terceira peça pode custar até US$ 200.
Segundo a companhia, é o primeiro aumento nas tarifas de bagagem doméstica em cerca de dois anos.
Em comunicado, a Delta afirmou:
“Essas atualizações fazem parte da revisão contínua de preços da companhia e refletem o impacto das condições globais em evolução e da dinâmica do setor.”
Apesar do reajuste, a companhia informou que as regras de isenção de bagagem não foram alteradas.
Continuam com franquia gratuita passageiros em classes premium, membros com status elite no programa SkyMiles, militares em serviço ativo e clientes com cartões co-branded elegíveis.
A Delta é a terceira grande aérea dos Estados Unidos a elevar esse tipo de cobrança em curto intervalo de tempo. Como publicamos ontem aqui no PPV, a United Airlines e a JetBlue Airways também anunciaram reajustes semelhantes.
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Alta do combustível pressiona custos
O aumento das tarifas ocorre em meio a uma forte elevação no preço do combustível de aviação, um dos principais custos operacionais das companhias.
Dados recentes indicam que o querosene de aviação nos Estados Unidos chegou a cerca de US$ 4,69 por galão, com alta significativa nas últimas semanas, impulsionada por tensões geopolíticas e restrições na oferta global de petróleo.
No Brasil, o governo tenta aliviar a pressão de custos via redução tributária, resta saber se esse efeito será suficiente para evitar que as companhias aéreas por aqui sigam o mesmo caminho observado no exterior, com ajustes adicionais nas tarifas e serviços.
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