A American Airlines encerra 2025 consolidada como a maior companhia aérea do mundo nos dois princípios básicos de escala: voos realizados e assentos oferecidos. A posição confirma o protagonismo das empresas dos Estados Unidos na retomada do transporte aéreo global pós-pandemia.
Segundo levantamento da consultoria OAG, a American contabiliza 279,6 milhões de assentos anuais, à frente das também norte-americanas Delta, Southwest e United. A europeia Ryanair completa o grupo das cinco maiores. O cenário reforça o peso do mercado doméstico dos EUA e a densidade da malha da companhia em território norte-americano.
2,2 milhões de voos e dominância operacional
Dados de mercado mostram que a American ultrapassou a marca de 2,2 milhões de decolagens em 2025, ocupando novamente o topo global em número de voos operados. A consistência das fontes de capacidade e frequência confirma uma liderança equilibrada em ambos os indicadores.
No entanto, há nuances técnicas. Em ASKs (assentos-quilômetro disponíveis), métrica que pondera não apenas quantidade, mas também distância das rotas, a American figura em segundo lugar, atrás da United Airlines. O motivo está na maior participação de voos domésticos, geralmente mais curtos, o que naturalmente reduz o total de quilômetros ofertados.
Frota robusta e estratégia de diversificação
A escala da frota é outro fator que faz da American Airlines a maior empresa aérea do mundo. Em setembro de 2025, a American operava aproximadamente 1.005 aeronaves. Esse tamanho garante flexibilidade para distribuir capacidade entre grandes hubs e mercados regionais, diminuindo dependência de rotas de longo curso e mantendo oferta consistente em diversas origens.
O plano estratégico também prioriza rentabilidade e produto premium. A introdução gradual do Airbus A321XLR acrescenta alcance a rotas transcontinentais e transatlânticas, permitindo operar com menores custos e cabines configuradas com assentos de maior valor agregado. O foco está nas chamadas rotas médias de alta receita, combinando eficiência e retorno financeiro.
Desempenho financeiro sólido e foco em produto
No terceiro trimestre de 2025, a American registrou US$ 13,7 bilhões em receita, segundo dados corporativos. A companhia mostrou evolução em “unit revenue”, receita por assento-quilômetro, e desempenho acima da média na classe premium. Em um mercado já maduro, esse mix de oferta e rentabilidade costuma financiar melhorias de cabine e expansão controlada de rede.
Efeitos práticos da liderança para o passageiro
Na América Latina, a empresa mantém presença ativa em basicamente todos os países da região, reforçando hubs estratégicos como Miami, Dallas/Fort Worth e Charlotte.
Com base em capacidade e frequência, a American Airlines encerra 2025 no topo global, sustentada por frota ampla, rede doméstica sólida e estratégia orientada à receita premium. Mesmo quando medidas por ASKs, as operações da empresa seguem entre as maiores do mundo, evidenciando uma estrutura de alcance global.
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